GCCrim

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Grupo de Pesquisa

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

A Faculdade de Direito da Universidade de Brasília – UnB e o Grupo Candango de Criminologia - GCCrim-, realizam  o curso “Criminologia dos poderosos”  ministrado por Marina Quezado, Doutora em Direito pela Universidade de Barcelona.

Data: 8 e 9 de agosto de  2019
Horário: das 8:00h às 12:00h
Local: Miniauditório da Faculdade de Direito - UnB


Inscrições: gccrim@unb.br (enviar nome, RG)

                                   CRIMINOLOGIA DOS PODEROSOS



terça-feira, 30 de julho de 2019




Será realizado na Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU),  em 1/8/19,  o Simpósio Crimes cibernéticos contra a comunidade universitária. As inscrições poderão ser feitas no local do evento




Orientadoras Pedagógicas 


Ela Wiecko Volkmer de Castilho. Subprocuradora-Geral da República, Professora Associada IV da Faculdade de Direito da UnB e e Coordenadora do Grupo Candango de Criminologia - GCCRIM. 

Camila Cardoso de Mello Prando. Professora adjunta de Criminologia e Direito penal dos Cursos de Graduação e Pós Graduação em Direito da Universidade de Brasília, Coordena o Centro de Estudos de Desigualdade e Discriminação (CEDD). 



Simpósio

Crimes cibernéticos contra a comunidade universitária



Data: 1º de agosto de 2019

Local: Nas dependências da Escola Superior do Ministério Público da União - ESMPU, localizada na Avenida L2 Sul, Quadra 604 Lote 23 em Brasília/DF.

12h às 13h Credenciamento

13h Abertura

13h às 16h - Funcionamento e práticas ilegais na deepweb; a relação entre os grupos masculinistas e as ameaças provenientes de chans na deepweb; modos de segurança nas comunidades escolares ameaçadas

Coordenadora: Ela Wiecko V. de Castilho -Subprocuradora-Geral da República

·                          Lola Aranovich - Professora e blogueira, vítima de ataques
·                          Pablo Ximenes - Professor membro do Etice (CE)
·                          Giancarlo Zuliani - Delegado de Polícia (DRCC/DF)

16h às 16h30 Intervalo


16h30 às 18h - Modo de atuação dos ataques cibernéticos; previsões normativas

Coordenadora: Márcia Brandão Zollinger -  Procuradora da República

               Neide Cardoso de Oliveira - Procuradora Regional da República (Grupo de Combate aos crimes cibernéticos)
               Thiago Tavares - ONG Safernet
·                       Pedro Ivo Velloso – Advogado criminalista

sexta-feira, 14 de junho de 2019



SIMPÓSIO DROGAS  E SISTEMA DE JUSTIÇA
QUE POLÍTICA QUEREMOS?

O Grupo Candango de Criminologia, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília - GCCrim/FD-UnB, e a 7ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, realizam Simpósio “Drogas e sistema de justiça: que política queremos?” a realizar-se nos dias 18 e 19 de junho, no Auditório Joaquim Nabuco da Faculdade de Direito da UnB.
Participarão do Simpósio especialistas e representantes de órgãos do sistema de justiça (STJ, Judiciário estadual, Ministério Público, Defensoria Pública, e da sociedade civil)



Local: Auditório Joaquim Nabuco – Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB)



18/06/2019 Abertura 19h

Mesa 1 – Política de Drogas: conjuntura e perspectivas 19h15min – 22h

Rogerio Schietti Cruz – Ministro do Superior Tribunal de Justiça e vice-presidente da comissão de juristas responsável pela atualização da Lei de Entorpecentes, n. 11.343/2006, e do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas
Nathália Oliveira – Socióloga e coordenadora da Iniciativa Negra por uma Nova Política de Drogas (INNPD)
Andrea Galassi – Terapeuta Ocupacional e professora da UnB, integrante do Conselho Consultivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas
Marcelo Freixo – Deputado Federal (PSOL/RJ)

Mediação: Ela Wiecko Volkmer de Castilho – Subprocuradora-geral da República, professora da Universidade de Brasília e coordenadora do Grupo Candango de Criminologia – GCCrim


19/06/2019
Mesa 2 – Criminalização das drogas e sistema de justiça 9h - 12h

Marcelo Navarro Ribeiro Dantas – Ministro do Superior Tribunal de Justiça e presidente da comissão de juristas responsável pela atualização da Lei de Entorpecentes, n. 11.343/2006, e do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas
Ligia Prado da Rocha – Defensora Pública Federal
Marcelo Semer – Juiz de Direito e doutor em Criminologia pela USP
• Max Maciel – Pedagogo, especialista em Gestão de Políticas Públicas pela UnB e consultor da Rede Urbana de Ações Socioculturais - RUAS

Mediação: Beatriz Vargas – Professora da Universidade de Brasília. Doutora em Direito pela Universidade de Brasília. Membro do Grupo Candango de Criminologia – GCCrim


19/06/2019
Mesa 3 – Desconstruindo mitos 19h – 22h

EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO “Estado de Proibição” da Plataforma Brasileira de Política de Drogas
Maria Aparecida Felício de Carvalho – Presidente da Cultive – Associação de Cannabis e Saúde
Maria Tereza Uille Gomes – Procuradora de Justiça, conselheira do CNJ e membro titular do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP)
Rogério Giannini – Presidente do Conselho Federal de Psicologia (a confirmar)
• Ana Cristina dos Santos Bezerra – Frente Distrital pelo Desencarceramento

Mediação: Maria Gabriela Peixoto – Ex-Ouvidora Nacional dos Serviços Penais do Departamento Penitenciário Nacional – DEPEN

quinta-feira, 21 de março de 2019




UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

FACULDADE DE DIREITO

GRUPO CANDANGO DE CRIMINOLOGIA ¨C REPENSANDO SOCIEDADE, CONTROLE PENAL E SISTEMA DE JUSTIÇA


EDITAL DE SELEÇÃO DE PARTICIPANTES DO GRUPO DE ESTUDOS DO
GCCrim


O Grupo Candango de Criminologia (GCCrim), coordenado pela Profa. Dra. Ela Wiecko Volkmer de Castilho, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília, criado em 2004 e inscrito no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil da Plataforma Lattes, CNPq, SELECIONA interessados/as em participar do Grupo de Estudos voltado para o conhecimento das teorias e das práticas de pesquisa da Criminologia Crítica.


ATIVIDADES DO GRUPO DE ESTUDOS

1 Reuniões de estudos sobre teorias e metologias de pesquisa referenciadas no Paradigma da Criminologia Crítica.

1.1 As reuniões serão mediadas pela monitora do Grupo de Estudos, Dra. Renata Portella Dornelles.

1.2 Os encontros seguirão, de forma geral, a orientação pedagógica do chamado “modelo temático”. Os temas serão agrupados por afinidade e pertinência com as linhas de pesquisa desenvolvidas pelo GCCrim (http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/2509144477026023). A referência histórica a outros paradigmas criminológicos será tomada apenas como parte da reflexão, trazida ao debate quando se revelar necessária para o conhecimento e a compreensão das diversas correntes que compõem o Paradigma Crítico. 

1.3 Os encontros propõem o estudo de determinado tema a cada vez, por meio de debates e trocas de experiências em torno de textos previamente indicados para leitura. Considerando-se que as Criminologias Críticas se desenvolvem em um campo essencialmente interdisciplinar, os debates também podem partir da exposição de trabalhos de membros do GCCrim, de palestras ministradas por convidados de outras áreas de conhecimento e, de forma eventual, de filmes ou vídeos.   

2 Participação em pesquisas e atividades promovidas pelo GCCrim.

2.1 A depender do cronograma de trabalho do GCCrim, os membros do Grupo de Estudos poderão participar de pesquisas em desenvolvimento, inclusive da coleta e organização de dados empíricos. 

2.2 As atividades também podem envolver a participação em encontros, seminários e congressos, além de outras ações relacionadas.


CARGA HORÁRIA E LOCAL DAS ATIVIDADES

1 As reuniões são mensais, preferencialmente na última sexta-feira de cada mês, entre 18h e 20h, em salas disponibilizadas pela Faculdade de Direito da UnB.

2 As demais atividades poderão acontecer em datas e horários variados, previamente acertados de acordo com a disponibilidade dos integrantes do Grupo de Estudos.


REQUISITOS

1 Disponibilidade para participar das reuniões mensais e para preparar as leituras indicadas. 

2 Disponibilidade para participar de outras atividades eventualmente propostas pelo GCCrim.

3 O público alvo é composto por interessados/as no diálogo com as Criminologias Críticas.


NÚMERO DE VAGAS E INSCRIÇÕES

1 Serão oferecidas 20 (vinte) vagas para novos participantes no ano de 2019.

2 Os pedidos de inscrição poderão ser feitos até o dia 2/4/2019.

2.1 Os/as interessados/as devem enviar e-mail para dornelles.re@gmail.com, com cópia para gccrim@unb.br, contendo o currículo simplificado, a justificativa do interesse, número de telefone celular e endereço eletrônico para contato.

3 O resultado do processo seletivo será encaminhado aos/às interessados/as, por e-mail, até o dia 8/4/2019.



Brasília, 19 de março de 2019.


ELA WIECKO V. DE CASTILHO
Coordenadora do Grupo Candango de Criminologia (GCCrim)




domingo, 10 de junho de 2018


Nota - Élly -

Uma tragédia ceifou a vida de mais uma de nós - mulheres da Universidade de Brasília- nesse dia 04 de junho, de 2018. Élly partiu para desacompanhar-se da dor de sua existência. Que ela tenha encontrado descanso e paz e que sua família, sua irmã querida e amig@s de todas as cores que cativou em sua breve passagem por esse pedaço de existência, chamado de vida, possam ter conforto para seguir, amando as coisas que ela amava e lutando juntas. É muito triste, nesse momento ter que dizer que a partida trágica da Élly não foi a primeira, e certamente não será a última, caso a administração universitária não se sensibilizar a implementar políticas mais efetivas de combate, seja a violência, seja as situações de vulnerabilidades emocionais e psíquicas que povoam a existência de estudantes, frente as situações de desesperança em que estamos vivendo. Importante falar que essa é uma questão para além da Universidade, mas que a mesma parece agravar a situação. Momento de crise, falta de amparo e acolhimento, exigências acadêmicas para além da capacidade humana. A Instituição e o seu corpo lidam com isso de uma forma acadêmica e é preciso considerar a humanidade. Para além disso, desconstruir esse tabu que se tornou a questão do suicídio e de saúde mental de uma forma geral. Precisamos ouvir, primeiramente, para depois entendermos. Pensamos que é hora de a Universidade, nos seus conselhos superiores, assumir propositivamente uma política de combate a todas as expressividades de violências – de gênero, raciais, sexuais, regionais, socioeconômicas, religiosos, entre outras-, que se fazem presentes juntos aos três segmentos femininos que a constituem. É hora também de se indignar com os acontecimentos cotidianos trágicos e irreversíveis, que tem atingido majoritariamente as mulheres, na sanha da misoginia e que estimulam as desigualdades exacerbas, as relações de poder e os conservadorismos espúrios. Para nós, mulheres da UnB, a morte de Louise - vítima de feminicídio em 2016, só retirou o véu do cotidiano que nos oprime nas salas de aula, laboratórios, secretarias, corredores e outros espaços de convivência. Esta realidade tem custado a vida de muitas de nós, tem nos adoecido, nos humilhado, nos desvalorizado e traz, para algumas de nós, consequências que levam a querer desistir de viver e de lutar. Hoje choramos a partida de Élly, já choramos a de Louise, quantas ainda faltam para que medidas sejam tomadas? A violência sexista, lesbofóbica e racista vem pautando nosso cotidiano universitário e a mais triste observação é de que em décadas passadas, a violência vinha de fora do campus. Hoje ela está entre nós, na nossa sociabilidade diária, visível e sem vergonha de manifestar-se. Pesquisas e estudos sobre os riscos e os custos (materiais e emocionais) das expressividades de violência, como as que vem sendo realizadas pelo NEPeM - Núcleo de Estudos e de Pesquisa sobre a Mulher, nas últimas décadas, tem sistematicamente alertado, mas esses ‘alertas’ têm encontrado ouvidos mocos. Recentemente, dentro da própria UnB, dois grupos de trabalho foram criados, o Coletivo AFETADAS e Grupo FEMIVIDA, por iniciativa das estudantes, muitas delas eram companheiras de Élly - e de algumas professoras. Nestes espaços as próprias estudantes reivindicavam a realização de pesquisas empíricas para subsidiar suas demandas, uma vez que as denúncias que faziam nem sempre eram credíveis. Élly, amiga, companheira, colega, estudante, filha, presente! Que sejas melhor acolhida para onde vais, que encontres a paz e a alegria que esta breve existência não te possibilitou!

Nenhuma a menos! Basta!  ÉLLY PRESENTE!

Coletivo Afetadas
Grupo Femivida
Laboratório Genposs
NEPeM/CEAM/UnB